É simplesmente horroroso quando alguém vira pra gente e diz que precisa dar um tempo. Ok, forma mais sutil e menos sincera de dizer pra alguém que na verdade você quer terminar tudo, nunca mais ver essa pessoa na sua frente, mas não tem culhão suficiente pra dizer isso a ela. Bom, antes isso do que sumir sem dar ao menos um bastinha...
Mas, graças a Deus, ou não, estou dizendo de outra forma de 'dar um tempo'. Quero dizer de um tempo que o nosso coração clama, alguma vez, ou algumas vezes durante a nossa vida. Logo depois de terminarmos ou de levar um pézão... sempre precisamos de um tempo. Seja pra reconstruir a nossa vida, enxugar as lágrimas, procurar e juntar as partes do nosso coração, respirar fundo e levantar a cabeça e, claro, sem dúvidas, girar o pescoço pra ver que o mercado tá lotado de gente querendo amar e só você tá ali, besta, choramingando por um ser imbecil que te deixou.
Mas também tem um tempo que não precisa vir necessariamente após um relacionamento, mas sim após um monte de merdas, ó, sim merdas grandes e seguidas que fazemos em nossas vidas amorosas. Nem sempre a gente acerta, não é mesmo? Atire a primeira pedra aquela que nunca se engraçou com o bonitão cachorrão ou algum cara que deu mole pruma garota que só o esnobava?
Amar é uma delícia, mas à vezes é preciso dar um tempo a isso tudo e pensar um pouco mais em nós, sem deixar de amar a si, claro! Mas pensar no que pode estar acontecendo ao nosso redor e nós estamos deixando passar batido... nossos amigos que precisam tanto de alguém que os ouça, umas compras que sua casa tá precisando, enfim...às vezes até mesmo o nosso corpo quer um pouco mais de cuidados ou até mesmo uns tratamentos ousados!
É preciso estar sempre alerta para sentir quando as merdas só se empilham e as coisas não tem dado muito certo, nem sempre é o mundo conspirando contra você, mas simplesmente certas coisas da vida que estão pedindo uma maior atenção de você.
Ame, ame ame....mas jamais deixe de amar a VIDA!
sábado, 25 de julho de 2009
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Contrariando ou brincando com o amor pós-moderno
Um bom tempo sem escrever, achei que iria abandonar esse blog, mas não tem como, eu sempre acabo querendo escrever...
E nada melhor do que voltar a escrever com as palavras explodindo pela minha cabeça, saindo até pela orelha.
Alguns meses de abstinência, observando o mundo em minha volta, descubro a melhor de todas as sensações: reescobrir como amar à moda antiga é muito mais gostoso.
Os ansiosos e precoces que me perdoem, mas é tão gostoso relembrar como é emocionante não saber se haverá um beijo no primeiro encontro. Isso é o mais completo exemplo de romance, e eu sou muito suspeita de falar sobre romance, porque eu sou uma romântica à moda ultra antiga.. rs
Valorizar um abraço, um olhar, um entrelaçar de mão (sem querer, querendo..)... realmente não tem preço!
E eu ainda indico a todos que tentem praticar isso, é tão engraçado como tudo isso foi esquecido e é tão importante! Acredito que muitos relacionamentos fossem mais duradouros se determinadas coisas pequenas fossem mais valorizadas, tantos relacionamentos terminam devido à besteiras tão insignificantes...
Não deixo de apoiar o amor pós-moderno, por que quem sou eu pra não apoiar qualquer tipo de forma de amor?! Mas estou preferindo os amantes à moda antiga... ahh o amor!
Estou de volta, caros leitores!
beijos
E nada melhor do que voltar a escrever com as palavras explodindo pela minha cabeça, saindo até pela orelha.
Alguns meses de abstinência, observando o mundo em minha volta, descubro a melhor de todas as sensações: reescobrir como amar à moda antiga é muito mais gostoso.
Os ansiosos e precoces que me perdoem, mas é tão gostoso relembrar como é emocionante não saber se haverá um beijo no primeiro encontro. Isso é o mais completo exemplo de romance, e eu sou muito suspeita de falar sobre romance, porque eu sou uma romântica à moda ultra antiga.. rs
Valorizar um abraço, um olhar, um entrelaçar de mão (sem querer, querendo..)... realmente não tem preço!
E eu ainda indico a todos que tentem praticar isso, é tão engraçado como tudo isso foi esquecido e é tão importante! Acredito que muitos relacionamentos fossem mais duradouros se determinadas coisas pequenas fossem mais valorizadas, tantos relacionamentos terminam devido à besteiras tão insignificantes...
Não deixo de apoiar o amor pós-moderno, por que quem sou eu pra não apoiar qualquer tipo de forma de amor?! Mas estou preferindo os amantes à moda antiga... ahh o amor!
Estou de volta, caros leitores!
beijos
sábado, 3 de janeiro de 2009
Ano novo, vida nova e amor contemporâneo
Feliz Ano Novo a todos!!
Quando eu penso em século XXI, penso no amor como sentimento que vêm transformando-se ao longo dos tempos. Seria o amor à la Sex and the city um não-amor ou somente uma variação moderna de algo imutável?
Carrie e Big é um excelente exemplo de casal, de milhões de casais que se formam a cada momento no planeta. Casais que não são somente amigos, mas também não são ficantes nem namorados. Aliás, há algo mais antiquado do que chamar alguém de ficante? Além de ser extremamente bochante..
O limite entre a amizade e o namoro já não tem mais a fronteira do sexo, hoje já não há mais a condenação à entrega total no primeiro encontro (e atire a primeira pedra quem for contra). "Amor sem sexo é amizade. Sexo sem amor, é bobagem" será que essa canção ainda faz sentido?
Big ama Carrie ou só apenas curte o momento? Definitivamente sou fã da série mas não assisti a todos os episódios nem ao filme para responder... mas o que posso dizer, transpondo à realidade, é que essa relação, com uma intimidade alcançada em horas, dias ou, no máximo, semanas, faz parte de um novo tipo de sedução, de novos tipos de conhecimento. Enquanto no tempo de nossas avós (ou em alguns casos, bisavós) pegar na mão da amada era um grande avanço, hoje é descobrir o cheiro da pele nua, a companhia ao dormir, as manias...
Na era da informática, na qual as informações vêm e vão num piscar de asas de beija-flor, os amantes querem mesmo é adiantar certas partes e relacionar-se com pessoas que estejam cada vez mais compatíveis com seu perfil. Nada de casar com alguém que você tenha de aturar as manias, há uma maior busca pela cara-metade, a mais perfeita possível. A tolerância está cada vez menor... Agora, se há mais casais felizes hoje em dia, essa é uma excelente questão! Talvez as mulheres estejam mais felizes com seus maridos, com menos traições e mentiras.
Viva o século XXI! E nosso amor pós-moderno, com seus mistérios e seduções!
Assinar:
Comentários (Atom)

